Neste ano me encontro enrolado nesse estilo de música, que pelo nome não é um estilo, é algo alternativo que se faz com os instrumentos musicais da música pop atual, o conjunto guitarra, contrabaixo, bateria e microfone, com algo a mais aqui e ali. Não por ser fraco ao som do Heavy Metal ou não ter disposição pro Hardcore, já me "bangueei" no Metal e me fudi nas rodas de HC, o que me tira desse meio rotulado é justamente essa separação, um é do Hc e não se mistura com o Headbanguer, o Grunge é viadinho depressivo, e etc. Me pus fora disso tudo e estou no Alternativo, o que vejo nos festivais de música pelo mundo e na nova fornada musical deste ano não é o Rock N' Roll pelo qual me apaixonei e me dedico desde mais ou menos meus 13 anos de idade. Não sei se foi plano do sistema, a lá teoria da conspiração, ou se foi algo natural, mas tudo que se combatia e escarnava nas letras e atitudes nos anos 90, por exemplo, é praticado hoje pelo pessoal do "mainstream" roqueiro, ou roquista como eu chamo essa rapaziada nova.
Preconceito racial, ganância, cara-de-pau, preconceito social, vaidade, tudo que diferencia e segrega seres humanos em uma sociedade. Não farei parte disto, não animarei essas pessoas com minhas músicas, nem quero que elas me ouçam, como disse o alternativo Kurt Cobain a respeito de pessoas preconceituosas que comprariam seus discos.
Sex, Drugs & Rock N' Roll, não é o estilo de vida essencial e modelo para uma pessoa, mas é algo que deveria ter amadurecido desde a criação desse mesmo lema, não tomado um rumo contrário que é pior que viver drogado, transando e curtindo música (que não é ruim).
Será que a humanidade em sua odisséia pela existência na Terra passa constantemente por uma destruição de valores humanos e tem sempre um movimento "Rock N' Roll" e alternativo para que a sociedade sofra uma reforma?
Como diz um amigo, é foda.